AyurveDICAS

Sal: medida certa

19/06/2017

A manutenção do equilíbrio químico do corpo depende muito da consciência que temos da atividade dos elementos dentro do nosso organismo. De todos os sabores, o doce e o salgado formam o núcleo em torno do qual é criada a maior parte dos itens de nossa dieta. Sempre foi dedicada uma atenção especial aos adoçantes mas, recentemente, as preocupações também voltaram-se para o sal.

 

O corpo necessita de sal para digerir os carboidratos adequadamente. O sal natural faz com que a saliva e as secreções gástricas processem a fibra dos carboidratos. No estado solúvel e ionizado, além de facilitar o processo digestivo, também limpa o trato gastrointestinal.

 

É impressionante a diferença entre o sal marinho natural, que contém 92 minerais essenciais e o sal refinado, formado apenas de dois elementos (sódio e cloro). Quando a alimentação é deficiente em oligoelementos, as células perdem a capacidade de controlar seus íons e começam a se romper, podendo levar a doenças nervosas, danos cerebrais ou espasmos musculares.

 

Por outro lado, a abstinência do sal significa aumentar o risco de deficiência de minerais e oligoelementos. Para que não ocorra um desiquilíbrio hidroeletrolítico no corpo, sugere-se que a ingestão de sal não refinado seja acompanhada pelo consumo de alimentos ricos em potássio tais como: banana, damasco, abacate, semente de abóbora, feijão, batata e moranga.

 

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